Valderi Queiroz Xavier
  

A matéria publicada pelo Tio Coloral retrata a realidade de muitos brasileiros em diversos setores, e de certo muitos terraqueos, vejamos:

A LÓGICA DO GATO

 

 

Quando vejo um gato se lambendo reflito que a natureza falhou ao produzir um animal que “pensa” estar se limpando e alguns donos que “juram” que ele está limpo. Tudo bem, para não magoar quem gosta de gatos, no mínimo digo julgar uma sandice limpar-se por fora jogando toda a sujeira para dentro. Ou será que por dentro ele é tão limpinho que o ato de se lamber confere ao pêlo um estado de equilibrada assepsia? Olha, em verdade não interessa, pois a lógica felina, analisada por qualquer lado, não faz sentido algum.

 

Melhor dizendo, por vezes parece fazer, pois afora os referidos donos de felinos, muitos de nós temos comportamento similar ao irmos “aos pés” (nunca gostei dessa expressão), por exemplo. Consumada a obra, tomamos pedaços de papel higiênico e mandamos ver na região vandalizada pelos excrementos. Ato contínuo, como manda a etiqueta, abrimos a torneira, lavamos as mãos, fechamos a bica e pronto: mãos sujas outra vez! Esquecemos do detalhe de haver tocado na mesma torneira que antes nós e muitos outros abrimos com as mãos sujas e saímos dali faceiros, “limpíssimos” e prontos para amassar um pão se necessário. Isso é a mais pura lógica do gato. A solução? Lavar a torneira junto ou fechá-la com o auxílio de um papel toalha às mãos, principalmente se for num banheiro público.

 

A lógica do gato permeia nossa vida. Em casa, milhares de cuidados com a lavagem dos alimentos. Nos restaurantes da vida, croquete e pastel de churrasco. Alguns não bebem em bico de garrafa ou em borda de latinhas (o que é aconselhável) e, para evitar este contato, usam o canudinho. Os mesmos canudinhos que esperam por horas em cima de um balcão até que alguém remexa em todos, com as mãos sujas, até encontrar um par com suas cores preferidas. 

 

Mas, como tudo na vida, até nas porcarias existe uma lição a ser aprendida. Sabemos que a observação é a mãe do aprendizado e quem o faz primeiro leva vantagem. Para variar, os políticos parecem ter corrido na frente, pelo menos os que nessa atividade estão se dando muito bem.

 

Alguns dominaram e incorporaram a lógica do gato sujo a tal ponto dela jamais se descuidar. Quando falcatruas vêm à tona, por exemplo, a gataria (ou seriam os gatunos?) começa a se lamber. Unem-se todos, jogando para dentro a sujeira em movimentos coordenados ou, de acordo com a lógica do gato, colocam para fora mais porcaria de modo a diluir sujeira com sujeira, dando uma falsa impressão de limpeza. Mais uma vez, sei lá! O certo é que dá certo.

 

Por Marcelo Drescher, médico e polêmico articulista



Escrito por Valderi Queiroz às 11h55
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QUEREMOS SANTA CATARINA ASSIM...

 

O desastre ambiental em Santa Catarina poderia ser uma forma de nossos patriotas entenderem que chegou a hora de darmos mais atenção as questões ambientais, devemos participar de ações que se não acabem com os acidentes ambientais pelo menos venham diminuir suas intensidades.

Ou o homem entende de vez que o destino e o futuro de nosso planeta estão em nossas mãos ou não sobrará nada do planeta para as gerações futuras.

A natureza vem avisando reiteradamente e nós de forma pretensiosa e egoísta estamos fazendo vistas grossas.



Categoria: REFLEXÃO
Escrito por Valderi Queiroz às 08h46
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Parabéns aos aniversariantes do dia e em especial a Júlio José e Lourdes Cirne que mudam de idade hoje 28/11/2008.

Muita alegria e felicidade.



Escrito por Valderi Queiroz às 07h28
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TIO COLORAL DIRETO AO ASSUNTO

 

01 – LÍQUIDO MAIS CARO NÃO É O DA TINTA DA IMPRESSORA – Há alguns meses recebi um e-mail onde um texto dizia que o líquido mais caro do mundo era o da tinta da impressora, o qual chegava a custar mais de R$ 13 mil o livro. Tal informação voltou a circular semanas atrás e foi publicada em respeitados espaços da imprensa local, como na coluna de Emery Costa e no blog Evânio Araújo, onde ambos citam a fonte da notícia.

Fiquei curioso e então passei a fuçar livros, revistas e a própria internet para saber se realmente não havia um líquido mais caro do que a tinta da impressora.

Depois de uma minuciosa pesquisa verifiquei que tal líquido, na realidade, é “apenas” o 9º mais caro do mundo. Vamos então à lista:

 

1º - Veneno da cobra-coral verdadeira (R$ 60 mil o mililitro)

2º - Veneno da aranha-marrom (R$ 47 mil o ml)

3º - Veneno do escorpião amarelo (R$ 29 mil o ml)

4º - Sêmen do touro Kavardi (R$ 11 mil o ml)

5º - Vinho Chateau Laffitte (R$ 304 mil, 750 ml)

6º - Perfume Clive Christian n.º 1 (R$ 4.465, 50 ml)

7º - Sêmen humano (R$ 636 por 10 ml)

8º - Sangue humano (R$ 95 por 10 ml)

9º - Tinta de impressora (R$ 50 por 21 ml).

 

OBS. A legislação brasileira não permite a venda de sêmen e sangue humanos. Os valores acima são os aplicados nos EUA.

 

02 - FRASE - Socorrer ao caído é ação digna de reis. (Ovídio)

 

03 – ALIMENTOS - Não é a falta de alimentos a responsável pela fome, mas as desigualdades sociais que ocasionam a má distribuição. O Brasil, por exemplo, produz 627 milhões de toneladas de alimento por ano, o que dá uma média de 9,5 kg de comida por dia para cada brasileiro. Todos nós sabemos que ninguém consome tal quantidade diariamente. A culpa então é das políticas públicas que não são capazes de distribuir o que é produzido de forma equânime ou ao menos satisfatória. Ainda sobre a produção, São Paulo é o maior produtor do país, com 289 milhões de toneladas por ano. O Rio Grande do Norte produz pouco mais de 3 milhões de toneladas/ano.

Fonte: http://tiocoloral.zip.net/



Escrito por Valderi Queiroz às 07h21
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RUELA,RUELA,RUELA...

RUELA...

Valderi Queiroz Xavier – 25/11/2008

 

Procurando uma ruela,

Não encontrei na ruela a ruela que queria,

Fiquei confuso, pois o tempo,

Não me dava tempo e com fuso contrário

Eu caminhava e ia...

 

Tudo é total confusão,

Não sei mais nada,

Pois com fusão

Soma – se tudo na água

Onde ninguém quase nada...

 

Como será o cume do serrote?

Onde na ausência da serra,

Serra-se com o serrote,

A serra  onde  como,

A fruta que vem de lá...

 

O cão ladra,

E não interrompe a ladra

Que rouba o meu amor

Sei que ele até inté  rompe

A fuga da ladra errante,

Mas não consegue  resgatar o meu  amor.



Categoria: POESIAS
Escrito por Valderi Queiroz às 09h18
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O ISOLAMENTO DENIGRE O HOMEM...

A Ilha

Djavan

 

Um facho de luz

Que a tudo seduz por aqui

Estrela brilhante reluz nesse instante

Sem fim

E um cheiro de amor

Espalhado no ar a me entorpecer

Quisera viesse do mar e não de você

Um raio que inunda de brilho

Uma noite perdida

Um estado de coisas tão puras

Que move uma vida

Um verde profundo no olhar

A me endoidecer

Quisera estivesse no mar e não em você

Porque seu coração é uma ilha

A centenas de milhas daqui



Categoria: REFLEXÃO
Escrito por Valderi Queiroz às 09h28
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Escrito por Valderi Queiroz às 09h12
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   DIREITO EM FOCO

TJMT - Pessoa jurídica pode pleitear indenização por danos morais

 

Publicado em 24 de Novembro de 2008 às 08h40

 

No entendimento da Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, ocorrendo o pagamento da dívida, é certo que não mais subsiste razão para manter a inscrição junto à Serasa, até mesmo porque a manutenção passa a ser ilegal. Sob esta ótica, magistrados integrantes da câmara mantiveram sentença que, nos autos da Ação Ordinária de Reparação de Danos Materiais, Morais e Lucros Cessantes com Pedido de Liminar nº 2007/177, condenaram a Brasil Transportes Intermodal Ltda. por danos morais em virtude de manter ilegalmente cadastro de restrição ao crédito da empresa M. de Lurdes Barbiere Vestuário mesmo com a dívida paga (Recurso de Apelação Cível n° 106302/2008).

Para os magistrados de Segundo Grau, empresa que mantém nome em cadastro de restrição de crédito mesmo após o pagamento da dívida está sujeita ao pagamento de indenização por dano moral. Além disso, para os Desembargadores que participaram do julgamento, a pessoa jurídica é passível de danos morais, consoante entendimento da Súmula 227 do Superior Tribunal de Justiça.

Na inicial, a apelada pleiteou ressarcimento de danos oriundos de possíveis danos materiais, morais e lucros cessantes, aduzindo que em maio de 2003 contratara os serviços da apelante com finalidade de que esta transportasse mercadorias para sua sede. Realizado o serviço, foi emitido boleto bancário, que não foi honrado. Por essa razão, o nome da apelada foi inscrito em cadastros da Serasa. Ocorre que mesmo com atraso considerável, a dívida foi paga em dezembro de 2006 através de Depósito Bancário Identificável. Decorridos mais de quatro meses, a baixa necessária não havia sido realizada, permanecendo o nome da apelada inscrito no cadastro da Serasa.

Para o relator, Desembargador Sebastião de Moraes Filho, a manutenção do nome da apelada em cadastro de restrição ao crédito causou-lhe situações vexatórias diante de seus fornecedores, além do que pode ser considerado como verdadeiro abuso e também um ato ilegal. “É certo e induvidoso que o comerciante de pequeno porte e até mesmo os de grande porte, para girar seus negócios, valem-se de seus créditos e de financiamentos, que não são concedidos em caso de restrição (...). Nesse seara, há de se reconhecer que o dano moral foi caracterizado, inexistindo necessidade de comprovação, basta a sua ocorrência como no caso em tela”.

Participaram da votação o Desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha (revisor) e o Juiz substituto de Segundo Grau José Mauro Bianchini Fernandes (vogal convocado). Processo: (AC) 106302/2008

 

TST - Juízes devem evitar o “juridiquês” no trato com a imprensa

 

Publicado em 24 de Novembro de 2008 às 11h03

 

“Quando o Magistrado fala, não é ele quem está se manifestando, mas o Estado. É preciso então ser muito claro, senão o que foi dito pode se voltar contra a instituição.” A advertência para se evitar o “juridiquês” no trato com os jornalistas, feita pelo Ministro Guilherme Caputo Bastos, do Tribunal Superior do Trabalho, aos alunos do 6º Curso de Formação Inicial da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat), durante a mesa-redonda “Relacionamento com a Sociedade e a Mídia”, realizada ontem (20). O Ministro, que coordenou a mesa-redonda, lembrou que, em sua primeira experiência numa entrevista à TV Justiça, pediram-no que usasse expressões corriqueiras, que as pessoas comuns pudessem entender com facilidade. “Nunca esqueci a lição”, afirmou.

Os dois outros palestrantes, os jornalistas Renato Parente, secretário de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal, e Madeleine Lacsko, coordenadora da Rádio Justiça, também destacaram a importância de se utilizar linguagem clara na comunicação dos fatos relacionados com a atividade judiciária.

Experiente em rádio, Madeleine Lacsko explicou que, quando os juízes não traduzem os termos técnicos para o grande público, o profissional de imprensa poderá simplesmente não fazê-lo também, apenas repetir o que foi dito – e, portanto, a informação não será compreendida pelo destinatário. Outra hipótese é o próprio jornalista se encarregar de “traduzir” o “juridiquês”, e fazê-lo de forma errada. “O poder está sempre nas mãos do tradutor da informação”, disse ela, que sugeriu: “Pense que o senhor está explicando o assunto para seu avô ou para sua secretária, da forma que lhe convém.”

Renato Parente recomendou aos novos juízes que busquem sempre o apoio da assessoria de comunicação social de seus Tribunais para lidar com a imprensa. Assessor de imprensa do TRT paulista à época do escândalo do Fórum Trabalhista de São Paulo, Parente afirmou que há estudos mostrando que a imagem do Tribunal, como órgão julgador, não saiu tão arranhada à época, porque a instituição trabalhou para separá-la da imagem do Juiz Nicolau dos Santos Neto, condenado por corrupção. “Argumentamos junto aos órgãos de comunicação que há ex-governador, ex-prefeito, ex-tudo. Por que não ex-juiz?”, dissemos. “Eles acabaram acatando a argumentação, e isso fez diferença”, contou, lembrando que, quando as irregularidades ocorreram, Nicolau já estava aposentado e atuava na comissão de obras, mas não mais julgava.

A Enamat é a primeira Escola Nacional de Magistratura instalada após a Reforma do Judiciário, de 2004. Instituída como unidade autônoma pelo TST em 2006, é responsável pela coordenação nacional dos cursos de formação de magistrados, obrigatórios para a efetivação dos novos juízes na Justiça do Trabalho. A administração atual da escola é composta pelos ministros Carlos Alberto Reis de Paula, diretor, e Antônio José de Barros Levenhagen, vice-diretor, e conta com assessoria de um Conselho Consultivo composto por ministros do TST e juízes de TRTs e de Varas do Trabalho.

 

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho



Escrito por Valderi Queiroz às 09h11
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STJ - Ex-companheiro tem direito à metade dos bens adquiridos em união estável, mesmo sem contribuir financeiramente

 

Publicado em 21 de Novembro de 2008 às 09h23

 

A divisão dos bens adquiridos por casal durante união estável também deve levar em conta a contribuição indireta (não material) de cada companheiro, não apenas as provas de contribuição direta com recursos financeiros. O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com a decisão, por maioria de votos, um casal que conviveu 13 anos em união estável terá de dividir a casa construída durante o relacionamento.

A Turma acolheu parte do recurso interposto pelo ex-companheiro, que pediu ao STJ o reconhecimento do direito à partilha dos bens adquiridos durante a constância da união – um terreno e a casa construída no local. O terreno onde está a casa permanece em posse apenas da mulher, pois ficou comprovado que ela adquiriu o bem por meio de doação feita por seu pai, o que a desobriga, legalmente, de incluir o terreno no rol de bens a serem divididos pelo casal. A residência erguida no local será dividida.

A ministra Nancy Andrighi, relatora do processo, enumerou, em seu voto, exemplos de contribuições indiretas que podem ocorrer durante a união estável e devem ser levados em conta na dissolução do relacionamento para a divisão de bens adquiridos durante o convívio. “É certo que, somente com apoio, conforto moral e solidariedade de ambos os companheiros, formas-se uma família”, destacou.

Para a relatora, se a participação de um dos companheiros se resume a auxílio imaterial (não financeiro), esse fato não pode ser ignorado pelo Direito. A ministra salientou que esse entendimento já foi reconhecido em inúmeros julgados do STJ. “A comunicabilidade de bens adquiridos na constância da união estável é regra e, como tal, deve prevalecer sobre as exceções, que merecem interpretação restritiva.”

Em seu voto, a ministra Andrighi destaca detalhes do caso em análise que comprovam a contribuição do ex-companheiro durante a união estável. “Pouco importa, portanto, que o companheiro tenha estado ausente da supervisão da obra e que não tenha demonstrado seu auxílio financeiro para a compra de material de construção ou para a contratação de mão-de-obra. É incontroverso que, à época, ele trabalhava e, o que é mais importante, que vivia em união estável contribuindo, portanto, para a construção afetiva da família”.

Por esse motivo – enfatiza a relatora em seu voto –, “esse esforço não é desconsiderado pelo Direito. Sua contribuição pessoal (no caso, do ex-companheiro) na construção de uma família, que naturalmente não se reduz ao aspecto material da vida, deve ser levada em consideração para fins de meação”.

Segundo Nancy Andrighi, as Turmas de Direito Privado do STJ “vêm entendendo que, até mesmo para os efeitos da Súmula 377 do Supremo Tribunal Federal (STF), não se exige a prova do esforço comum para partilhar o patrimônio adquirido na constância da união”. A Súmula 377 do STF estabelece: “No regime de separação legal de bens, comunicam-se os adquiridos na constância do casamento”.

Partilha da uma união

O processo teve início quando o ex-companheiro entrou com ação pelo reconhecimento e dissolução da união estável de 13 anos. Na ação, ele pediu também a partilha dos bens adquiridos durante o relacionamento. O Juízo de primeiro grau reconheceu a união estável, bem como o fim do relacionamento (dissolução da união) e determinou a divisão dos bens em partes iguais, para cada cônjuge. A ex-companheira apelou e o Tribunal de Justiça (TJ) local modificou a sentença para que não fosse efetuada a partilha.

De acordo com o TJ, como o terreno foi adquirido com doação do pai da ex-companheira a ela, o ex-cônjuge não tem direito à meação, pois não contribuiu para a aquisição do bem, nem comprovou participação financeira na construção da casa erguida no local. O ex-companheiro recorreu ao STJ e teve parte do seu pedido acolhida para ter direito à meação da casa construída, mas não do terreno. A decisão seguiu o voto da ministra Nancy Andrighi. (Os dados do processo não foram fornecidos pela fonte)

 

Fonte: Superior Tribunal de Justiça



Escrito por Valderi Queiroz às 14h47
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TJRN - TIM pagará dano moral por bloqueio indevido em linha

 

Publicado em 20 de Novembro de 2008 às 09h45

 

A TIM Nordeste S/A foi condenada ao pagamento de 6 mil reais, a título de indenização por danos morais, por ter bloqueado, indevidamente, a linha telefônica de um então usuário dos serviços. A sentença, dada pela 3ª Vara Cível da Comarca de Mossoró, também determinou que fosse declarada a inexistência dos débitos apresentados nas faturas dos meses de agosto, setembro, outubro e dezembro de 2007, bem como janeiro e fevereiro de 2008.

No entanto, a TIM Nordeste moveu Apelação Cível (n° 2008.009853-5), junto ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, sob a alegação de não ter havido o repasse pelo agente arrecadador do pagamento da fatura, relativa ao vencimento em 02 de fevereiro de 2008, o que resultou no bloqueio parcial da linha telefônica do autor da ação.

De acordo com a empresa, o bloqueio impossibilitou o então cliente de realizar chamadas, não tendo sido comprovado nos autos, no entendimento da TIM, porém, a impossibilidade de comunicação por outros meios e os prejuízos que o usuário alega ter sofrido.

No entanto, o recurso não foi acolhido pela 1ª Câmara Cível do TJRN. Segundo o relator do processo, Desembargador Vivaldo Pinheiro, a relação jurídico-material estabelecida entre as partes é dotada de caráter de consumo, razão pela qual tornam-se plenamente aplicáveis as normas do Código de Defesa do Consumidor, enquadrando-se o cliente e a empresa nos conceitos de consumidor e fornecedor, consoante o que dispõe o artigo 3º, da Lei nº 8.078/90.

“Como se observa, a empresa de telefonia móvel reconheceu o bloqueio efetuado na linha telefônica, utilizando argumentos frágeis e inconsistentes”, define o desembargador, ao ressaltar o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor.

De acordo com o dispositivo, “o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação de serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos", reza o artigo. Processo: (AC) 2008.009853-5

 

Fonte: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte



Escrito por Valderi Queiroz às 07h56
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Essa é do TIO COLORAL

Visite o Blog: http://tiocoloral.zip.net/

ROBINSON FARIA, NOSSO MICHAEL JACKSON

  

  

O deputado estadual Robinson Faria (PMN), presidente da Assembléia Legislativa, leva a sério a lição da natureza de que os machos de algumas espécies levam a melhor quando se trata de aparência. O homem está agindo para esconder as linhas vincadas e rugas de expressão que aparecem com a idade. O problema é que esconder a idade com Botox também dá na cara. Robinson Faria está de um jeito que os olhos mal se mexem, o topo da cabeça é petrificado e seu rosto parece feito em MDF.

Já não bastasse as mudanças feitas por Botox, o homem está ficando branco, assim como Michael Jackson.

Se ele persistir com seu anseio imoderado pelo rejuvenescimento chegará em 2010 mais novo do que o filho, Fábio Faria, que é deputado federal.



Escrito por Valderi Queiroz às 08h12
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Você só saberá o quanto a espada fere quando estiver do outro lado do cabo...

Sobre o cabo da espada será sempre poderoso, sob a ponta da espada, oposto ao cabo será sempre minorado...

"Quem com o ferro fere, com o ferro será ferido", quero ver você do outro lado, ai, sim , saberei como se comporta, vamos lá...



Escrito por Valderi Queiroz às 16h42
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OBSERVAR, EVITA ERRAR MUITO...

Tudo Novo

Eu gosto muito mais dos sonhos de amanhã do que da história do passado. Thomas Jefferson

Você tem visto cada novo dia como um novo começo

– um dia que se inicia em sua vida como uma nova página, branca, limpa, trazendo consigo imensas possibilidades, ou ao se levantar pela manhã você só se lembra das oportunidades perdidas de ontem?

Começar um novo dia com os pensamentos voltados para o dia anterior é como escrever num quadro-negro que nunca foi limpo, desde o semestre escolar do ano passado.

Aquilo que você escrever será difícil de entender, misturado e confundido com outras velhas mensagens.

A melhor maneira de começar um novo dia é tratá-lo como ele realmente é: novo.

Diga a você mesmo hoje: Não existe nada que eu possa fazer hoje que venha mudar a direção de ontem.

A seguir, escreva em frente da sua escrivaninha ou geladeira: Apenas Para Hoje.

Coloque ali seus alvos para as próximas 24 horas.

No final do dia jogue a sua lista fora, e amanhã comece uma completamente nova..

Nélio Da Silva

Para Meditação:

Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele. Salmos 118:24

 

O Tempo certo

De uma coisa podemos ter certeza:

de nada adianta querer apressar as coisas.

Tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto.

Mas a natureza humana não é muito paciente.

Temos pressa em tudo!

Aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo.

Mas alguém poderia dizer:

- Mas qual é esse tempo certo?

Bom, basta observar os sinais.

Geralmente quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida,

pequenas manifestações do cotidiano, enviarão sinais indicando o caminho certo.

Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.

Mas com certeza, o sincronismo se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa!

Basta você acreditar que nada acontece por acaso!

E talvez seja por isso que você esteja agora lendo essas linhas.

Tente observar melhor o que está a sua volta.

Com certeza alguns desses sinais já estão por perto, e você nem os notou ainda.

Lembre-se que o universo, sempre conspira a seu favor, quando você possui um objetivo claro e uma disponibilidade de crescimento.

 



Categoria: REFLEXÃO
Escrito por Valderi Queiroz às 15h51
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VALE A PENA DAR EXEMPLO...

O Blogueiro e amigo Bira Viegas nos presenteou com 02(duas histórias) e achando-as interessante repasso para vocês vale a pena ler, vejamos:

 

LEIA


      HISTÓRIA NÚMERO UM

     Muitos anos atrás, Al Capone possuía virtualmente Chicago.
     Capone não era famoso por nenhum ato heróico.
     Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando,  bebida, prostituição e assassinatos.
     Capone tinha um advogado apelidado 'Easy Eddie'. Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom!
     Na realidade, sua habilidade, manobrando no cipoal legal, manteve Al Capone fora da prisão por muito tempo.
     Para mostrar seu apreço, Capone lhe pagava muito bem.
     Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais.
     Por exemplo, ele e a família moravam em uma mansão protegida, com todas as conveniências possíveis.
     A propriedade era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago. Eddie vivia a vida da alta roda de Chicago, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta.
     No entanto, Easy Eddie tinha um ponto fraco.
     Ele tinha um filho que amava afetuosamente. Eddie cuidava que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação.
     Nada era poupado. Preço não era objeção. E, apesar do seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou lhe ensinar o que era certo e o que era errado.
     Eddie queria que seu filho se tornasse um homem melhor que ele.
     Mesmo assim, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que ele não podia dar ao filho: ele não podia transmitir-lhe um nome bom ou um bom exemplo.
     Um dia, o Easy Eddie chegou a uma decisão difícil.
     Easy Eddie tentou corrigir as injustiças de que tinha
participado.
     Ele decidiu que iria às autoridades e contaria a verdade sobre Al 'Scarface' Capone, limpando o seu nome manchado e oferecendo ao filho alguma semelhança de integridade.
     Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria muito alto.
     Ainda assim, ele testemunhou.
     Em um ano, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio em uma rua de Chicago.
     Mas aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior presente que poderia oferecer, ao maior preço que poderia pagar.
     A polícia recolheu em seus bolsos um rosário, um crucifixo, uma medalha religiosa e um
poema, recortado de uma revista.
     O poema:
     "O relógio de vida recebe corda apenas uma vez
     E nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros
pararão, se mais cedo ou mais tarde.
     Agora é o único tempo que você possui.
     Viva, ame e trabalhe com vontade.
     Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento".




     HISTÓRIA NÚMERO DOIS_

     A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis.
     Um deles foi o Comandante Butch O'Hare.
     Ele era um piloto de caça, operando no porta-aviões Lexington,
no Pacífico Sul.
     Um dia, o seu esquadrão foi enviado em uma missão.
     Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível
que alguém tinha esquecido de encher os tanques.
     Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e
retornar ao navio.
     O líder do vôo o instruiu a voltar ao porta-aviões.
     Relutantemente, ele saiu da formação e iniciou a volta à frota.
     Quando estava voltando ao navio-mãe viu algo que fez seu sangue
gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota
americana.
     Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa
ao ataque.
     Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da
aproximação do perigo.
     Havia apenas uma coisa a fazer.
     Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira.
     Afastando todos os pensamentos sobre a sua segurança pessoal, ele
mergulhou sobre a formação de aviões japoneses.
     Seus canhões de calibre 50, montados nas asas, disparavam
enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro.
     Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e
incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição
finalmente acabou.
     Ainda assim, ele continuou a agressão.
     Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar
tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios para
voar.
     Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra
direção.
     Profundamente aliviado, Butch O'Hare e o seu avião danificado se
dirigiram para o porta-aviões.
     Logo à sua chegada ele informou seus superiores sobre o
acontecido.
     O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a
história com detalhes.
     Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão
japonês para proteger a frota.
     Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas.
     Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942, e por aquela ação
Butch se tornou o primeiro Ás da Marinha na 2ª Guerra Mundial, e o
primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra.
     No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo com 29 anos de
idade.
     Sua cidade natal não permitiria que a memória deste herói da
2ª Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto O'Hare, o principal de
Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem.
     Assim, se porventura você passar no O'Hare International, pense
nele e vá ao Museu comemorativo sobre Butch, visitando sua estátua e
a Medalha de Honra. Fica situado entre os Terminais 1 e 2.

     O que têm estas duas histórias de comum entre elas?

     Butch O'Hare era o filho de Easy Eddie.

   

    Somos espelhos para nossos filhos! NÃO SE ESQUEÇA DISSO.

 



Categoria: REFLEXÃO
Escrito por Valderi Queiroz às 16h32
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